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Na 87ª Reunião do G100 Brasil pesquisadora de Futurismo Exponencial fala sobre Inovação para o Desenvolvimento das Empresas

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SÃO PAULO, 24 de novembro de 2017 /PRNewswire/ — A preocupação de empresários em construírem um cenário de estabilidade econômica e política não é garantia para que o futuro dos negócios seja saudável. Com a chegada da Quarta Revolução Industrial marcada pela convergência de tecnologias digitais, físicas e biológicas – a estrutura das empresas não será mais a mesma. É o que acredita a pesquisadora de Futurismo e Mundo Exponencial, Jaqueline Weigel, que apresentou um panorama de “mudanças nas estruturas organizacionais”.

G100 Brasil

Jaqueline, que também é CEO do Instituto W Ponte para Mudança, acredita que, no último ano, houve uma preocupação excessiva do mercado em superar a crise na expectativa de que as coisas voltariam a ser como antes, isto teria atrasado a inovação. “Nós somos um país enorme com cenários diferentes, onde se tem empresas que não venceram a crise, que passaram muita dificuldade e empresas que sobreviveram e têm a expectativa de que o mercado vai voltar ao que era antes. Isso não vai acontecer porque o mundo mudou”, comenta a pesquisadora.

De acordo com Jaqueline, os empresários deveriam se preocupar com a inovação no mundo para que as pessoas encontrem seu propósito em um “timing” razoável. Infelizmente, temos poucas pessoas que conhecem a inovação de fato, pois não se trata apenas de tecnologia, é preciso ter uma visão de ecossistema.

A inovação que sugere é baseada no futurismo exponencial, um ramo científico que busca analisar os avanços da tecnologia para prever fenômenos que a sociedade enfrentará nas próximas décadas, do modo que possa adequá-las ao presente. Assim, as empresas como conhecemos estariam com os dias contados, pois a tendência é de que a estrutura organizacional se transforme em um cenário semelhante ao de startups, em que as decisões são tomadas de maneira colaborativa. “Não podemos ser os mesmos, precisamos abandonar esta visão linear para a construção do futuro. Infelizmente, no Brasil muitos empresários ainda acham que este assunto não é relevante e não afeta o mercado, um erro estratégico que pode manchar um legado”, finaliza Jaqueline.

Sobre o G100 Brasil – Composto de 100 Membros (empresários, presidentes e CEOs), mais 15 Membros (economistas-chefes e cientistas políticos) efetivos e nomeados, reúne destacadas lideranças empresariais do País em busca do desenvolvimento da sociedade e de suas organizações, em reuniões mensais

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