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Nova publicação confirma que o método inovador de combinação de medicamentos da AZTherapies trata da resposta à neuroinflamação via neuroimunologia e acumulação de beta amiloide associada à neurodegeneração e à doença de Alzheimer.

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BOSTON, 31 de janeiro de 2018 /PRNewswire/ — A AZTherapies, Inc. é um laboratório farmacêutico de estágio clínico avançado, de capital fechado, com sede em Boston, Massachusetts, que desenvolve tratamentos revolucionários para a doença de Alzheimer (DA), acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico e outras doenças neurológicas associadas à neuroinflamação e à neurodegeneração. O principal candidato à produto, uma combinação de tratamentos multifacetados que usam dois medicamentos criados por reengenharia, cromolina e ibuprofeno, o ALZT-OP1, está sendo avaliado em um estudo clínico da Fase 3 da doença de Alzheimer em estágio inicial, o estudo COGNITE.

O fundador e chairman e CEO da empresa, dr. David Elmaleh, disse: “A AZTherapies usa critérios de inclusão estritos, incluindo biomarcadores cerebrais e medidas de cognição e função, para aumentar a precisão do diagnóstico precoce da DA e a homogeneidade de pacientes randomizados do estudo COGNITE”.

O estudo COGNITE de Fase 3 (n=600) da AZTherapies em andamento fez a triagem de mais de 900 pacientes com mais de 300 randomizados, 128 na semana 48 e 56 na semana 72, na conclusão do estudo. (https://cognitetrial.com).

“Crescentes evidências indicam o importante papel que a neuroinflamação exerce no declínio cognitivo na doença de Alzheimer e em outros distúrbios neurodegenerativos”, disse a presidente e CMO (chief medical officer) da empresa, Karen Reeves, MD. “Tratamentos inovadores para essas doenças devastadoras precisam de uma estratégia de múltiplas ações, incluindo a modulação de células microgliais, de células do sistema imune especializadas do cérebro, para aumentar a proteção neurológica”.

Um artigo de pesquisa do laboratório do dr. Rudolph Tanzi, professor de neurologia da Escola de Medicina Joseph. P. and Rose F. Kennedy, vice-presidente de Neurologia da Universidade de Harvard, diretor da Unidade de Genética e Pesquisa do Envelhecimento do Hospital Geral de Massachusetts, publicado em 18 de janeiro de 2018 na Nature’s Scientific Reports, intitulado Cromolyn Reduces Levels of the Alzheimer’s Disease-Associated Amyloid β-Protein by Promoting Microglial Phagocytosis (A cromolina reduz os níveis da proteína beta amiloide associadas à doença de Alzheimer por promover a fagocitose microglial) (Zhang, Griuc, Hudry et al.; Relatórios Científicos (2018) 8:1144; DOI:10.1038/s41598-018-19641-2), dá suporte ao fundamento científico para o uso da combinação de medicamentos da AZTherapies, para potencialmente desacelerar ou interromper a progressão da DA precoce em sua manifestação. (https://www.nature.com/articles/s41598-018-19641-2)

O artigo da Scientific Reports avaliou os efeitos da cromolina e do ibuprofeno, usados no estudo COGNITE, em um modelo de camundongo Tg2576 da DA,

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